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27 de junho de 2012

O que te faz sorrir?

Quando o sorriso está ficando mais fraco, quase indo embora, sempre aparece alguma coisa encomendada a dedo para fazer o sorriso perceber que "a vida não é chamada oral" e que "life is for living".

18 de setembro de 2011

Big bag extra big

Sonhos. O big bag sempre foi feito de sonhos. Sonhos grandes, pequenos, bonitos, bobos, poéticos, engraçados. De tempos em tempos eu preciso parar e ver cada um deles, mas dessa vez eu precisei esvaziar por completo. Ir do tudo ao nada, nada mesmo. Ver. Rever. Arrumar. Ajeitar. Tirar o pó. Tirar os nós. Fazer uma nova mochila, agora ainda maior. E ver tudo passar como um filme, com trilha sonora e tudo. Uma coleção de sorrisos, de abraços, de algumas dores, sim -mas todas cicatrizadas com amor, de perdas, de conquistas, de amizades, de laços, de compromissos, de vínculos, de alegrias. E nesse passado que ficou no seu lugar como um céu estrelado, eu consigo ter força e fé para continuar, porque tudo foi bom, tudo foi necessário para chegar até aqui. Alguns sonhos se reditaram. Outros voaram como boomerangs para um dia voltarem quando for o tempo certo. Outros sempre vão ficar lá dentro, porque criaram raízes e a chuva, furação e maremoto fizeram eles ficar ainda mais fortes. Sou sonhadora de carteirinha e não seria diferente, porque Quem me fez sonhar tanto assim é capaz de mudar a minha história num piscar de olhos e é isso o que eu mais sou apaixonada por Ele. Deus é espontâneo, simples mas detalhista, fala sem precisar de palavras, ama sem cobrar, entende. E com tudo isso eu descobri que todos os meus sonhos me levam para um mesmo caminho. Todos eles me fazem ser cada vez mais eu. Todos me convidam a ser ou não ser, sem meio termo. Todos testam os meus limites. Todos me convidam a viver por fé. Invisível mas real. Todos me fazem crer que eu nasci pra dar certo. Eu nasci para renascer todos os dias junto com o sol. Eu nasci para fazer diferença. Então vou avançar e vou andar. Vou seguir. Com visão, com paixão, com amor assim como Jesus fez, com fé, com fidelidade, bondade, compaixão, paciência. Vou. Vou humilde, descalço na grama verde com amoras na mão. Vou sentindo o doce aroma da fé que as flores soltam. Vou olhando pra cima, para o céu, para a Lua, para as estrelas, para o por do sol, para nunca esquecer que não estou sozinha, sempre vai ter alguém olhando a mesma paisagem que eu. Vou comendo morango com leite condensado porque a vida é doce desse jeito. Vou com brigadeiro e bexiga na bolsa para sempre estar pronta pra fazer festa. Vou descansar nas sombras das árvores que eu encontrar. Vou cantando mas vou em silêncio quando for preciso. Vou, na alegria ou na tristeza, nos momentos difíceis e nos divertidos, vou sem desistir de ser feliz ou de acreditar ou de amar. Vou, sem rotina. Vou, unindo as pessoas por amor porque o "nós" é sempre mais poderoso. Vou porque essa guerra eu não vou vencer por violência mas sim com fé, amor e música. Vou. Vou porque não estou sozinha. É a fé em ação. Vou, porque não nasci pra ficar parada, para ser igual, para ser previsível, para ser ambiciosa por dinheiro, fama ou quantidade. Minha ambição é ser feliz e ajudar os outros a serem felizes como eu sou. Vou, vou porque nasci pra ser uma aurora boreal. Vou e deixo meus passos, agora, firmes como carimbos. Vou para cumprir a missão do meu apelido que minha mãe me deu depois do milagre que eu fiz parte antes mesmo de eu nascer: ser "cartinha do amor de Deus". Vou com a certeza de que amanhã é uma nova chance para um dia ainda melhor, com um novo por do sol.

19 de agosto de 2011

Um ponto, um mundo

Um ponto apareceu. Ele parecia ser mais um, no meio de tantos outros. Mas ele é ele mesmo, do seu próprio jeito. Já bateu, já sarou, já quase se desmanchou. Mas ele quica e volta ao normal, sempre. Leve e cheio de história pra contar, vive no tempo que só um ponto sabe calcular. Não tem começo, nem fim, simplesmente, é. Normal ou em negrito, encaixa em qualquer lugar. Quem vê de longe, vê um ponto preto. Quem chega perto, vê um mundo colorido e imprevisível.




31 de julho de 2011

Um conto, um sonho

Os sonhadores. Eles não nasceram para serem normais. Eles não cresceram para ser como todo é, fazer o que todo mundo faz. São independentes, turistas do mundo e da vida. As vezes eles andam, as vezes correm, as vezes voam. Por isso que na sua viagem eles levam muito além do que é apenas "necessário". Afinal, não querem sobreviver, querem viver, intensamente, como deve ser. A jornada as vezes é solitária, mas eles nunca estão sozinhos, sabem com quem contar, sabem para onde voltar. Por saberem o valor de um sonho, respeitam todos que cruzam o seu caminho. Aprenderam a viver cada um na sua, porque cuidar de si mesmo é a melhor coisa a se fazer, sempre. Cada um tem o seu destino mas em algum ponto do caminho, eles acabam se cruzando. Distraídos com o céu, música, natureza e tudo mais, sem perceber, as mochilas se batem, acidentalmente, ou não, sem querer querendo. Nessa hora alguns sonhos saem do lugar, outros voam com o vento e nem adianta correr atrás, outros caem no chão e se sujam de poeira, outros ficam mais fortes. Mas existem os sonhos que se encontram, se misturam e se somam. Dessa fusão misteriosa é que nascem as estrelas. Mas existem os encontros que criam luas, e desses, a gente nunca esquece.

24 de julho de 2011

How to be an explorer of the world part 2

"The close man gets to the unknown, the more inventive he becomes, the quicker he adopts new ways" (Buckminster Fuller)

"Imagination is more important than knowledge" (Eintein)

"What we need to question is bricks, concrete, glass, our table manners, our utensils, our tools, the way we spend our time, our rhythyms. To question that which seems to have ceased forever to astonish us. We live, true. We breathe, true. We walk. We open doors. We go down staircases. We sit at a table in order to eat. We lie down on a bed on order to sleep. How? Why? Where? When? Why?" ((George Perec)

(parte 1 aqui)

23 de julho de 2011

Big bag desenhista

Tinha esquecido da minha época desenhista. Amei desenhar olhos. Afinal, olhos são quase como o céu, um universo que é só nosso e que pode ser tão espetacular e infinito quanto. :)

Uma vez eu li uma frase do Hiro Kawakara (o ilustrador das bandejas de papel do McDonald's): "Todo mundo tem dez mil desenhos ruins dentro de si. Por isso, tem que desenhar muito para gastar os ruins e começar a aparecer desenhos bons!" :)

9 de fevereiro de 2011

Assim eu choro...

Pol diz: Gabiriquismo é a arte de enriquecer a vida!

O que fazer com amigos assim? Amor e gratidão. Muito. Sempre.

16 de dezembro de 2010

O que fazer?

Sabe quando alguém fala algo que você estava sentindo mas não sabia nem como explicar? Então...

"Acho que vc tem uma capacidade muito maior do que se propõe a fazer..Parece que tem algo querendo sair de dentro de vc...minha impressão...Bem filosófica..."

29 de novembro de 2010

Big bag around the world!

I could neeeever imagine that Big Bag could have come so far...Thank you all for being here once in a while!!! I wish i could talk to each one of you! :)

You are welcome always:
Austria
Canada
China
Denmark
Ecuador
France
Georgia
Germany
Panama
Poland
Portugal
Russia
South Korea
Sweden
United Kingdom
United States

26 de maio de 2009

Agora esse blog tem um hino…

Estou arrepiada de ter achado essa música! Se esse blog fosse uma música, eu gostaria MUITO que fosse algo como essa. Se o meu blog fosse 0.0001% como essa música, eu já ficaria feliz. Porque ele seria pelo menos, um pouco, encantador, envolvente, inspirador, cheio de profundidade e sentimento como essa música. Algo que te faz sair um pouco dessa rotina maluca e te traz vida novamente. Por isso considero essa música um hino para o Big Bag of dreams. Porque um hino representa a essência que não pode ser esquecida, do que se é e do que se quer ser.

Yael Naim - Far Far

Far far, there's this little girl
she was praying for something to happen to her
everyday she writes words and more words
just to spit out the thoughts that keep floating inside
and she's strong when the dreams come cos' they
take her, cover her, they are all over
the reality looks far now, but don't go
How can you stay outside?
there's a beautiful mess inside
how can you stay outside?
there's a beautiful mess inside
oh oh oh oh
Far far, there's this little girl
she was praying for something good to happen to her
from time to time there are colors and shapes
dazzling her eyes, tickling her hands
they invent her a new world with
oil skies and aquarelle rivers
but don't you run away already
please don't go oh oh
How can you stay outside?
there's a beautiful mess inside
how can you stay outside?
there's a beautiful mess inside
Take a deep breath and dive
there's a beautiful mess inside
how can you stay outside?
There's a beautiful mess
beautiful mess inside
Oh beautiful, beautiful
Far far there's this little girl
she was praying for something big to happen to her
every night she hears beautiful strange music
it's everywhere there's nowhere to hide
but if it fades she begs
"oh lord don't take it from me, don't take it"
She says, "I guess I'll have to give it birth
to give it birth
I guess, I guess I have to give it birth
I guess I have to, have to give it birth
there's a beautiful mess inside and it's everywhere
Just look at yourself now
deep inside
deeper than you ever dared
deeper than you ever dared
there's a beautiful mess inside
beautiful mess inside