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8 de março de 2013

Me do

Até hoje não sei se medo é inimigo ou aliado. Até hoje não sei se medo é barreira ou um convite a fazer o que você nunca tinha feito. O medo pode paralizar, mas ele também pode movimentar. Sem medo, não existiria a coragem. Sem medo, nem teríamos porque comemorar as vitórias depois. Sem o medo nunca saberíamos qual o nosso limite, logo, não saberíamos que podemos passá-lo, se nós quisermos. O que eu sei é que o medo, combinado com aquela vontade misteriosa de se superar, cria uma reação bombástica, e porque não dizer, nuclear. É algo que começa do lado de dentro, não deixando nenhuma célula para trás. Nada fica como era antes. E toda essa transformação, mesmo que pequena, gera uma adrenalina insana, um siricutico de ter conseguido vencer a batalha mental onde quem ganha ou quem perde, é sempre você. E se você escolher vencer, é sempre assim: primeiro você odeia o medo, mas depois o agradece por ter feito você subir tantos degraus.   

Medo (português) = me do (inglês tarzan)
So, do it. 

13 de fevereiro de 2012

Aquele pelo macio

O medo é o que mantém esse nosso frio na barriga, o coração batendo forte, é quando por um segundo sabemos que ainda estamos vivos. Descobri que o medo não é algo assustador, feio, ruim de se ver. Pelo contrário. Quando passa aquele momento do "terror do novo" que quase mata, o medo se transforma em um filhote de cachorro, gato, urso polar ou o animal que você preferir. O medo pode te vencer, não pelo próprio medo, mas pela sensação confortável que se tem quando se fica parado perto dele, fazendo carinho naquele pelo macio atrás da orelha. É mais fácil ficar com o medo do que sair por aí e ir para o desconhecido. O medo já é familiar, sempre esteve ali. O medo dá uma falsa segurança de que ele está te abrigando, quando na verdade, é você que está o abrigando. É você que está alimentando e criando aquele filhote fofo. E quando você finalmente tem coragem de deixá-lo sozinho em casa, ele faz aquele olho de gato do Shrek e você corre o risco de pegá-lo no colo e sentar de novo no sofá. E quando se faz isso, o jogo volta pra fase inicial e é preciso enfrentar tudo de novo, até você aprender o que se deve fazer. As fases são infinitas, mas em algum momento o medo deixa de ser filhote e fica maior que você, te leva para a caverna e lá dentro, fica mais difícil de sair. Mas aí depois de algumas fases, você finalmente descobre o segredo. O medo também tem medo de ficar sozinho. Sabia? O medo pode estar mais perdido que você. Ele só precisa saber quem ele é e quem vai ensiná-lo, vai ser você.

4 de fevereiro de 2012

Have you ever noticed?

Have you ever noticed that fear only comes when you get closer to what you really want or to what it's really important to be done? Fear. Near. Only one letter away. Fear. Near. Only one letter to distract you. To make you give up. To make you forget who you are and what you have already been through. To make you freak out. To prove if your faith is strong enough, if you do what you think, if you live what you believe. So, hold on. If you get paralysed, move at least your eyes and look to the sky. Take a deep breath and let the air put this one letter in its own place. Nothing is bigger than Who you believe. Remember, if the fear is around it means that the dream is near. Don't give up if you are so close to the finish line.


Don't give up - Shawn Mcdonald


1 de fevereiro de 2012

First day

Uma classe internacional. México, Brasil e EUA se juntando em um mesmo teto. Nem todas com um mesmo objetivo, mas com uma mesma vontade: algo novo! A professora? Peculiar. Mas definitivamente apaixonada pelo o que faz. No lado de dentro um frio na barriga dessa nova escolha que definitivamente não foi e não será a mais fácil. No coração o amor pela vida e pelas pessoas ardendo cada vez mais, o que dá uma certa certeza de que é esse o caminho. Agora sei que não estou sozinha. E se eu errar, é só levantar e começar a andar de novo. Ninguém nasce sabendo de nada. Antes voar é preciso andar e antes de andar é preciso engatinhar. E se eu por um momento esquecer ou desanimar, é só olhar para cima, para o céu, para Deus, que tudo volta ao lugar, com a fé de que depois do por do sol, o dia ganha uma chance começar de novo, assim como eu.


27 de janeiro de 2012

Go, do!

Essa tirinha me fez chorar, de alegria obviamente, porque veio como um presente de um amigo querido, just in time. Só pra variar um pouquinho. É, não tem como deixar de ter fé em Deus com tudo isso.

Fonte: http://www.nettserier.no/_striper/jellyvampire-1304892000.jpg

14 de janeiro de 2012

Wind up

Ela sorri. Esse vento todo não a assusta mais. Afinal eh nele que ela esta aprendendo a voar. Quanto mais forte for, mais alto ela vai.

ps: engraçado uma vez falei que eu queria ser uma biruta, aí ano passado descobri que eu era um dente de leão! O conceito é o mesmo, que bom!

Em homenagem ao vento de hoje: "Tumbleweeds are plants that break away from their roots and are driven about by the wind as a light rolling mass, scattering seeds as they go. A supercut commissioned by the Columbus Museum of Art.


11 de janeiro de 2012

Calmly restless

Living and dreaming. Hurting and helping. Crying and smiling. Walking and jumping. Singing and jumping. The sunset and the moon. Silence and music. Calm and alive. Quiet and inspired. Far and close. Talking and listening. Writing and reading. Teaching and learning. I'm made of contradictions. But they don't fight, actually, they make sense when they are together. No "but's", just "and's". For so long i've tried to believe and see. But now i know that believe is not just a verb. It's a whole new world that opens in front of you, like a portal. A world made of a 360 panoramic view, fireworks, giants moons, rain of falling stars, northern lights, miracles all over the place. But to get there, your eyes have to be closed and your heart must be open. Sometimes we try so hard to see what we only have to feel. Ah, for so long i've tried to walk and fly. But now i know. When it's time to fly we have to learn to give up the ground. And go. Just go. Now i know God, miracles happen when you have the guts to give what you don't have.

22 de dezembro de 2011

13 de setembro de 2011

So much alike

I love words, and today i realised that the ways we can deal with bad, scaring, new, unusual things are written so much alike:
1. Shiver: when fear take every piece of us, makes us stand still with the "certain" that we can't go on, that we are not enough.
2. Shimmer/Shine: when love takes over and make us strongger than we can imagine and makes us capable to "fight" with our light, love, faith and joy, what is scaring us, until the point the scaring thing has nothing else to do unless becomes our friend.
It's fascinating how some letters can change it all, for good.

9 de agosto de 2011

Adrenaline Compilation

O medo te paraliza ou te motiva a fazer o que nunca se fez antes? quando você erra você desiste ou tenta até conseguir? você já sentiu a sensação da emoção de ter conseguido somada com a emoção de todos que queriam ter feito o que você fez?



ps: destaque para a trilha que está sensaaaacional (fez o video)

19 de julho de 2011

No pain no gain

Nada é por acaso. Tudo tem um propósito. Até o que dói. O que você faz com a dor? O que a dor faz com você? Você tem medo dela? Ou você a enfrenta? Ela te abate ou ela te dá mais força? Se não fosse a dor, a gente não crescia. Se o problema não é o problema, mas sim como a gente lida com ele, que os problemas e dores sejam nuvens carregadas, bem cinzas mesmo. Pra chover, molhar, cobrir e regar. Quando a chuva vem, quer dizer que está mais perto dos frutos chegarem e serem colhidos. Então pode vir, pode molhar. Não tenho medo. Eu sei que o sol, a lua, as estrelas, a aurora boreal, os cometas, todos estão aí atrás da chuva. Não preciso ver para saber, porque eu sinto, e isso é o mais importante de tudo.

"Ter beleza interior é saber fazer renda com cada fiozinho de dor" (Nathalie Lourenço)

11 de julho de 2011

Hello fear!

As vezes é preciso demolir para poder construir de novo. As vezes precisamos de um confronto para mostrar do que realmente somos feitos. As vezes é preciso ser fraco para ser forte. As vezes é preciso enfrentar o medo para ver ele ir embora. E quando o medo vai, o amor, a fé e a conviccão ficam. Convicção. Palavra que entrou recentemente no meu dicionário e nunca mais vai sair. É preciso viver a vida como ela é. Life is beatiful the way it is. Não limite o tempo, ele não foi feito para ser contado. Não fomos chamados para viver explicações. É o mistério da paciência que constroi o nosso carater. Não é porque não é fácil que vai ser impossível. O impossível é algo que a gente criou para se limitar, ele é a pior ilusão de todas. E se você se perguntar: até quando? até quando você amadurecer, até quando você aprender a andar pela fé, sem precisar ver para acreditar, está tudo na cabeça. Pensa: os seus problemas são maiores que a sua fé? Será mesmo? Os problemas não são nada, um dia você vai procurá-los e não vai encontrá-los. E a sua fé, onde vai estar? As vezes perdemos os nossos milagres porque simplesmente desistimos. A pressa é ansiosa e cega. Pf. Perseverança, perseverança gente. Paciência, paciência. Aprenda a descansar e relaxar. Não importa se está nublado, a lua sempre vai estar lá, todo dia. E lembre-se: até o caracol entrou na arca de Noé. :)



"My heart it refuses to be your home
No longer your prisoner
Farewell Goodbye So long
Sorry fear, grace took your place"

24 de maio de 2011

Será?

Do que você tem medo? De quem você tem medo? Quem é o seu big bad wolf? O que é o seu big bad wolf? E se o seu big bad wolf for você mesmo? E se fosse você mesmo que se boicotava por medo de ser mais do que você pudesse suportar? Afinal, do que a sua casa é feita? Onde você construiu a sua casa? Quem é você? Será que você precisa ficar com medo mesmo? Você sempre quis voar mas nunca bateu a asa pra ver se dava certo né?! Você acha que está sozinho? Será?

"I'm not copping out. Not copping out"

"Hello hurricane. You´re not enough. Hello hurricane. You can´t silence my love. I´ve got doors and windows boarded up. All your dead end fury is not enough."

7 de março de 2011

127 hours

Agora eu entendi porque eu estava com siricutico de ver esse filme. 127 horas é tão intenso quanto Into the wild ou Náufrago, só que mais esperançoso. Ok. Eu não estou presa, nem estou correndo risco de vida, mas ele lá e eu aqui, era como se a intensidade fosse a mesma. Nesse momento da vida estou "presa" na minha pedra. Qual é o meu limite? O que precisa acontecer pra eu mudar o que eu preciso mudar em mim? As vezes algumas coisas intensas acontecem porque se elas não acontecerem, nada iria mudar. Deus é criativo e sabe exatamente como a gente precisa ser "pego de surpresa" pra perceber as coisas.

Filme com cenas fortes, assim como a vida. Percebi que pelo jeito não tenho mais medo de sangue, nem de dor, nem tenho mais nojinho. Sei que vou sair dessa viva e bem, não importa quando, nem como. Posso sair machucada, mas não vou desistir, vou prosseguir, ser forte e acreditar. Mais do que nunca sei que tudo o que acontece é necessário, é simplesmente necessário.

"Aron(Gabi), don't lose it"

ps: que atuação do James Franco (mesmo sem nenhum Wilson) e QUE trilha sonora!

Eu SABIA que essa música tinha que ser Sigur Rós! Filme BOM, profundo e intenso tem que ter música BOA, profunda e intensa! E eu nisso tudo? Choro. (Repara como no meio ela cresce)








"Podemos nos alegrar, igualmente, quando nos encontramos diante de problema e lutas por sabemos que tudo isso é bom para nós - ajuda-nos a aprender a ser pacientes. E a paciência desenvolve em nós a força de caráter e nos ajuda a confiar mais em Deus cada vez que a utilizarmos, até que finalmente nossa esperança e a nossa fé fiquem fortes e sólidas." (Romanos 5: 3,4)

7 de setembro de 2009

Who's afraid of the big bad wolf?

Dizem que a melhor maneira de se livrar de um medo é enfrentado o próprio. Ali, cara a cara. Sentindo o coração bater alto, muito alto, tão alto ao ponto de talvez conseguir acordar a coragem que toda vez, finge dormir. É você ali, respirando rápido, sugando tudo o que se pode para tentar ficar maior do que está na sua frente. O seu maior medo. Não, não é o medo de morrer. Mas sim o medo do NAO. "Não"? Sim, não viver, não aproveitar, não desejar, não descobrir, não amar, não sonhar, não realizar, não apreciar, não sentir, não acreditar, não compartilhar, não ser inspirado, não inspirar, não ser feliz, não fazer feliz, não dar tempo, não ter tempo. Nessa hora, que o olho fica embaçado, só se consegue ver duas opções. Ou você paraliza, se fecha e se entrega, só vivendo com o gosto azedo dos arrependimentos. Ou com a mesma intensidade que se teme, você recomeça tudo. Tudo mesmo. Com o mesmo entusiasmo do sol que se põe e dali a algumas horas vai nascer lindo e brilhante, de novo, de novo e de novo. Às vezes para deixar de existir, o medo só precisa ser iluminado, seja pelo sol ou pela lua, você escolhe, porque no final, a luz vem do mesmo lugar.


ps: esse é aquele post que iria sair depois de ler o Escafandro e a borboleta. Esse é o livro do meu maior medo, o medo de viver paralisada sem poder fazer nada para mudar, só se agarrando as lembranças do que se sentiu e se viveu. Acredito sim que as palavras sejam tão poderosas quanto foram para o Jean-Dominique Bauby, elas fazem milagres, dão vida ao que parecia estar morto. Aas de coração, não quero que elas sejam o meu único meio de interação com o mundo, com a vida. Movimento contra os escafandros, já! Ou pelo menos, contra os meus escafandros...